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O Início glorioso
O ano era 1912. Os times
da cidade eram Almofadinhas e o Barroquinha. O primeiro era
considerado de elite e treinava, assim como jogava, em um
campo de terra nas proximidades do Asilo de Mendicidade. Já
a outra equipe, era da “massa popular”, do “povão” e tinha
como campo de terra em que ficava localizado nos altos da
antiga Rua do Comércio, hoje, é a rua Dr. Trajano. O nome
“Barroquinha” era devido se iniciava uma barroca ao lado do
campo. Pois é... “Barroquinha” é o que originou a nossa
gloriosa Associação Atlética Internacional de Limeira no dia
05 de outubro de 1913. Por ocasião de vários imigrantes
radicados na cidade, na época, como japoneses, italianos,
alemães, portugueses, entre outros, o nome Internacional foi
mais do que justo em homenagear todas as “etnias”.
Os primeiros “heróis” e
diretores foram: presidente José Alves Penteado;
vice-presidente: Fausto Esteves dos Santos; secretário: Ajax
Garroux; “captain”: Antônio Esteves dos Santos Junior
(Tonico Esteves) e João Busch como fiscal de campo. A
primeira reunião, realizada no “Theatro da Paz”, determinou
várias regras desportivas assim como os deveres dos
associados. Uma delas, por exemplo, quem quisesse atuar pelo
time tinha que ser sócio e, junto com os associados, pagar
uma mensalidade de 1$000 (mil réis). Já na parte de futebol,
o “captain” da equipe era para manter a disciplina assim
como manter a ordem de todos, que, aliás, deveriam estar
uniformizado com um calção branco de faixa preta, camisa
listrada com as cores preta e branca, além de usar meias
pretas com duas listras brancas e obrigatoriamente
compridas. A primeira partida foi no dia 12 de outubro de
1913 contra o Sport Clube Carioba, na Vila Americana, na
cidade de Americana.
O
primeiro grande passo estrutural foi em 1921, quando a
família Levy comprou o terreno declinado, do qual a
Internacional jogava no campo de terra desse terreno e,
realizou terraplanagem, além de deixar o campo pronto para
estar em condições de ser um gramado, receber vestiários,
arquibancadas e outras estruturas. Nesse campo (a Vila Levy)
aconteceu duas partidas inesquecíveis para a glória da
Internacional de Limeira como o de invencibilidade por 212
partidas, das quais, em uma partida contra o Palestra, da
Capital, no dia 15 de dezembro de 1924, a mídia paulistana
noticiou com grande destaque a difícil derrota da
Internacional e ostentou-a até hoje o “status” de LEÃO DA
PAULISTA. O esquadrão limeirense jogou com Quinze, Lau e
Fenga; Ceará, Zequinha e Munhóz; Campineiro, Pollastri,
Pacheco, Augusto Américo e José Petrelli. Contudo, em 1926,
a melhor equipe da temporada e vitoriosa excursão pela
Europa, o Paulistano, com o considerado melhor jogador do
mundo da época, a estrela Friedenreich, veio para Limeira,
no dia 26 de setembro e perdeu por 2x1 para a Internacional
de Limeira.
Profissionalização
Após inúmeras reuniões,
as equipes do interior paulista se tornaram profissionais e
com direito a participações nos campeonatos oficiais
organizados pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Os
times pioneiros foram: Guarani, Ponte Preta e Mogiana, ambos
de Campinas; Palmeiras e Francana, de Franca; XV de
Novembro, de Piracicaba; Rio Branco, de Americana; Botafogo,
de Ribeirão Preto; Batatais; Esportiva Sanjoanense, de São
João da Boa Vista; Taubaté; São Bento, de Marília
(atualmente o Marília Atlético Clube) e a nossa Associação
Atlética Internacional de Limeira.
A administração da FPF,
Carlos Lopes, sugeriu aos 13 clubes fundadores que fizessem
uma reunião com ato e solicitassem a oficialização da Série
Preta, como 2ª Divisão de Profissionais. A idéia não vingou,
entrando a partir de 1948, outros clubes na disputa,
obrigando uma nova série. Mas o presidente da FPF, Mário
Frigiuelli, proibiu a participação dos times representantes
de cidades com população inferior a 50 milhabitantes na
Série e a Internacional não preenchia a exigência. Assim
foi formado a 2ª Divisão, em 1947 e 1948, com a Série Preta.
Em sua primeira participação em campeonatos oficiais, a
Internacional foi vice-campeã.
O Retorno do Leão
Uma grande reformulação e
reestruturação foram suficientes para trazer a Internacional
de volta ao profissionalismo. A princípio, a diretoria
conseguiu um aval da FPF para disputar o seu mando de jogos
na cidade vizinha de Araras, no Estádio da Usina São João.
Era uma fase inacreditável de cigano, era a fase de “Circo
do Veneno”, pelo fato do time ser como os profissionais de
circos e parques por não ter onde disputar os jogos e
realizar os treinamentos. Os campos utilizados eram do Clube
Paulistano, do clube Estudantes, do Clube Atlético Usina
Iracema (Iracemápolis) e o da Usina São João, único aceito
pela FPF. A primeira partida, na volta ao profissionalismo,
foi no campo do Paulistano, contra o Piracicabano. No
retorno, em 1975, a Internacional pertencia à Série B do
Campeonato da Primeira Divisão.
A glória maior foi o
retorno da Internacional de Limeira à Divisão Principal do
Campeonato Paulista, após vencer todas as “barreiras” no
Campeonato da 2ª Divisão de 1978 e sagrou-se campeã com
direito a participar da Divisão Especial noo ano seguinte.
Leão Maduro
Com o título de campeã da
Divisão Intermediária, com grandes contratações e
principalmente com um campo digno, a Internacional de
Limeira estreou com um bom 9º lugar na Divisão Especial do
Campeonato Paulista de 1979. A colocação deu direita a uma
vaga no Campeonato Brasileiro, do qual quase chegou as
quartas-finais ao ser eliminado pelo Internacional de Porto
Alegre (campeão no ano anterior) do técnico Rubens Minelli e
atletas como Falcão.
No início da década
gloriosa de 80, o time leonino conquistou o 4º lugar e
disputou o “Quadrangular Final” do Paulistão daquele ano.
Foi desclassificado pelo campeão de 1980, São Paulo, que
ainda, utilizou o atacante Zé Sérgio ilegalmente na partida.
Mas,
mesmo assim, conseguiu o
direito de disputar a antiga Taça de Ouro de 1981, a qual
chegou até as quartas-finais ao ser derrota pelo Grêmio em
uma polêmica partida e também polêmico grupo.
Em 1981, mudou o
Regulamento do Campeonato Paulista e, a Internacional, pela
terceira oportunidade, disputou com grandes méritos. No
primeiro turno, obteve a segundo colocação e o direito de
disputar o Octogonal, do qual não conseguiu os mesmos
méritos. Já no segundo turno, com a venda de seis ou sete
“estrelas” como Elói, houve queda de rendimento da equipe,
que ficou em 6º lugar no campeonato e com direito assegurado
para disputar a Taça de Ouro em 1982, campeonato este, que a
Internacional não passou da primeira fase.
Em 1982, o ano
futebolístico foi considerado razoável também para os
dirigentes e torcedores, afinal, as atenções estavam quase
todas voltadas ao clube de campo, que iniciava um processo
de doação. No Paulistão 82, a Internacional ficou em 11º dos
20 times participantes e não passou da primeira fase na Taça
de Ouro. Já, em 1983, a Internacional mais uma vez faz uma
campanha razoável e fica em 9º lugar no Campeonato Paulista
e, no ano seguinte, em 10º lugar.
Em 1984, assume a
presidência novamente Richard Drago. Em 1985, a área de
futebol profissional ficou mais competente e o elenco foi
composto por jogadores de ótimo potencial como Silas,
Gilberto Costa, Carlos Silva, Vilson Cavalo, Pécos, João
Batista, entre outros. Já na categoria de base, Tato e Lê
foram integrados ao elenco profissional, além da volta do
“xerife” Bolívar e a do coringa João Luís. Outra grande
novidade foi o empréstimo do ponta-esquerda Éder junto ao
Atlético Mineiro. O atleta era “selecionáveis” e, deu muita
credibilidade para a Internacional de Limeira junto aos
críticos do futebol. Mesmo assim, a equipe limeirense não
passou de um modesto 9º lugar no Campeonato Paulista de
1985.
Licença Profissional e
a "Era Iaquinta"
Conhecida como “Era
Iaquinta”, pelo fato de Benedicto Iaquinta permanecer no
cargo de 1961 a 1974, a Internacional de Limeira conheceu
seus principais feitos como título de Campeã da 2ª Divisão,
mudanças de diretoria, além do pedido de licença do
profissionalismo junto a FPF, por falta de estádio.
Em 1961, logo na primeira
gestão, veio à glória com o título da Série Algodoeira, ao
vencer a Internacional de Bebedouro, pelo placar de 5x0. Já
no ano seguinte, o Estádio Levy, teve a sua capacidade
aumentada para 3 mil pessoas através de construção de
arquibancadas de madeira. Também no mesmo ano, contudo, no
dia de aniversário da cidade, dia 15 de setembro, era
inaugurado a nova iluminação no campo.
Dentro de campo e com
competência, a “Era Iaquinta”, a Internacional de Limeira
conquistou o título da 2ª Divisão de P
rofissionais, em 1966,
com direito ao acesso à Primeira Divisão, na época, ainda
faltava mais um degrau para atingir a Série Especial. A
partir de então, começou o drama do presidente Benecdito
Iaquinta por não ter campo dentro dos padrões exigidos pela
FPF. Para não perder o direito de permanecer na Primeira
Divisão, fora solicitado licença a FPF até quando pudesse
arrumar um campo adequado. Para tal, era preciso disputar
todos os torneios amadores, além de cumprir com as
obrigações financeiras como taxas de inscrições do time a
FPF.
Em 1967, com grande
pesar, Iaquinta deu passe livre aos jogadores para começar a
campanha para a construção de um estádio própria e voltar a
disputar os campeonatos oficiais da FPF dentro do prazo. E
Benecdito Iaquinta encerrou a sua “Era” sem nenhuma dívida,
logo após, após o lançamento da pedra fundamental do Estádio
Major Levy Sobrinho, em 1974
O Primeiro do Interior
O mais otimista leonino
ou crítico futebolístico, jamais botaria fé em um time que
ficou na posição intermediária no ano anterior e ainda mais
que perdera de goleada na primeira rodada do Campeonato
Paulista de 1986. Pois bem, a façanha de ser o priemiro time
do interior paulista a conquistar o Paulistão foi e, sempre
será, o fato mais marcante de toda a História do Campeonato
Paulista desde seus primórdios. Afinal, em 1986, a
Internacional de Limeira foi o grande destaque nas
principais rádios, jornais e TV de todo o Brasil como Campeã
Paulista ao derrotar o Palmeiras e calar milhares de
torcedores no Morumbi.
Mas a história de 1986
começou de fato no ano anterior. O elenco foi praticamente
mantido aliado à contratação de outros jogadores como Kita,
Juarez, Alves, Manguinha, Gilson Gênio, entre outros, além
da presença de um bi-campeão mundial tanto pelo clube tanto
pela seleção: o técnico Pepe. Na primeira rodada, uma
“sapecada” de 3x1 do Palmeiras, no Palestra Itália. Isso era
prova de que o primeiro
turno não seria dos
melhores, mas, mesmo assim, ostentou a 6ª colocação, com 21
pontos. Quem já não botava fé, jamais imaginaria uma
reviravolta com tamanho futebol entrosado, rápido, solidário
e com toques refinados. E foi o que realmente aconteceu.
Faltando apenas duas rodadas para terminar o segundo turno,
a Internacional já havia assegurado o primeiro lugar assim
como na classificação geral (turno e returno).
Nas semis-finais,
enfrentou o Santos e, venceu a primeira partida em plena
Vila Belmiro por 2x0 e também a segunda partida no Limeirão
por 2x1. Classificado para a final, a equipe limeirense
enfrentou o Palmeiras, há 10 anos sem ganhar um título
sequer e, ainda com os dois jogos no Morumbi. O primeiro
jogo foi no dia 31 de agosto e o placar foi de 0x0, com um
público de 104.136 pagantes. O segundo e decisivo confronto,
também no Morumbi, aos olhos de 64.564 pagantes e mais os
milhares de credenciados, a Internacional venceu o Palmeiras
por 2x1, com gols de Kita e Tato, em uma partida eletrizante
e emocionante até os últimos minutos, quando o árbitro da
partida Dulcídio Vanderley Boschilla decretou o fim da
partida. O esquadrão mais famoso da história do futebol do
interior paulista foi: Silas; João Luís, Juarez, Bolívar e
Pécos; Maguinha, Gilberto Costa e João Batista; Kita e Lê.
Ainda participaram da partida os jogadores Alves e Carlos
Silva. Todos sob comando do técnico Pepe e presidência de
Victório Marchesini.
Para sacramentar a
conquista inédita, a Internacional ainda arrebatou a
artilharia do campeonato com o centroavante Kita (24 gols),
além de conquistar merecidamente um dos troféus mais
cobiçado do futebol paulista: a Taça dos Invictos, promovido
pelo então jornal “Gazeta Esportiva”, ao ficar 17 partidas
invictas, que antes estava em poder do Santos, com 15
partidas.
A campanha foi
indiscutível. Em 42 jogos, foram 21 vitórias, 14 empates e
sete derrotas. Foram anotados 59 gols e sofridos 33 gols.
Para comprovar com dados, aseleção da imprensa, publicado no
jornal Folha de São Paulo tinha sete jogadores da equipe
limeirense: Silas, Juarez, João Luis, Gilberto Costa, João
Batista, Tato e Kita, os “intrusos” foram: zagueiro Vágner,
do Palmeiras, lateral Nelsinho, do São Paulo, meia Pita,
também do São Paulo e, atacante Mauro, da Ponte Preta. Por
essa razão, a Internacional foi considerada a “Dinamarca
Caipira” em alusão à seleção européia destaque da Copa do
Mundo de 1986.
Pós-título
Após a conquista do
título mais comemorada da história de Limeira, a
Internacional não repetiu mais o feito histórico paulista,
porém conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série
Amarela, em 1988 e, no Campeonato Paulista, manteve a
tradição e chegou ao 5º lugar. A alegria e decadência
leonina vieram nos anos 1990 através do presidente Fernando
Collor de Mello que confiscou a poupança da Internacional e,
em situação ruim financeira, a equipe sofreu várias
decepções como campanhas ruins no Campeonato Paulista e
também no Campeonato Brasileiro. Em 1990, amargou seu
primeiro descenso no Paulista e, também no Campeonato
Brasileiro. No ano seguinte, retorna a Divisão de Elite na
gestão do competente Richard Drago. Contudo, em 1992, um
novo rebaixamento e esperou até 1996, para conquistar o
título, no dia 28 de julho de 1996, com a vitória de 4x0
sobre a Portuguesa Santista, no Limeirão. O treinador?
Claro, Seo Macia, o Pepe.
De
1996 até 2003, a Internacional não alterou e não exibiu um
futebol de grande qualidade e sempre ficava na zona de
rebaixamento até cair no ano de 2003, mesmo com apoio
internacional da RI Sport.
A
nova Internacional
Em meio a turbulência, a
Internacional não tinha presidente até um cidadão até então
desconhecido do meio futebolístico entrou na disputa e levou
uma legião de abegnados leoninos como diretores. Esse
presidente atende pelo nome de Wagner Barbosa. Eleito em
dezembro de 2003, assumiu o comando de fato no início de
2004. E a glória parece busca o passado para fazer do
presente um futuro brilhante.
Mesmo com a perda do
apoio internacional RI Sport, ainda sem explicação, o
presidente e seus diretores correram atrás de verbas para
manter a equipe na disputa do Campeonato Paulista da Série
A2, a qual somente o campeão ascenderia a Divisão de Elite
do Paulistão em 2005.
O campeonato começou com
vitória na cidade de Taubaté. No decorrer do primeiro turno,
alternou bons e maus momentos até chegar com grandes chances
de ser classificar para a próxima fase. Chegou o segundo
turno, vitórias na raça e na base da garra, aliado aos
esforços da diretoria, a Internacional conquistou o primeiro
lugar do seu grupo, obtendo assim, a classificação para a
Segunda Fase.
A segunda fase foi
bastante complicada para os jogadores internacionalinos sob
comando do “marinheiro de primeira viagem” Pintado.
Enfrentaram Botafogo de Ribeirão Preto, Flamengo de
Guarulhos e Bandeirantes de Birigui. No primeiro turno dessa
fase, uma derrota e dois empates, uma classificação com
risco eminente. Já no segundo turno, veio à recuperação com
um empate (com sabor de derrota, por perder dois penaltys)
com o Botafogo, uma vitória “salvadora da pátria”, na cidade
de Birigui, contra o Bandeirantes (talvez a que decidiu a
vaga e deu moral a equipe) e, também outra vitória sobre o
Flamengo, na última rodada.
Veio à fase final com as
quatros melhores equipes do Campeonato Paulista da Série A2:
Flamengo, Taquaritinga, Taubaté e a Internacional. Um
quadrangular realmente final, com grandes momentos de
delírios e emoções para qualquer cardíaco não botar defeito.
O primeiro jogo, uma vitória boa contra o Taubaté, no
Limeirão. O segundo, outra vitória sobre o “carrasco”
Flamengo, em plena Guarulhos e, sob salto alto, a
Internacional perdeu para o Taquaritinga por 4x3, no campo
adversário. Restam apenas três jogos finais para cada equipe
e qualquer vacilo era fatal. Para evitar qualquer
eventualidade, a Internacional fez sua parte nas partidas
realizadas no Limeirão ao vencer o Taquaritinga por 3x1 e, a
mais suada e emocionante vitória contra o Flamengo por 2x1,
com direito a um gol aos 46 minutos do segundo tempo, do
lateral Dickson.
Contudo, mesmo com belo
trabalho na fase final, a Internacional dependia de apenas
um empate no jogo contra o Taubaté, na casa do adversário.
Porém, a “mala preta” corria na cidade taubateana pelo fato
do Taquaritinga ainda ter chances de ser a campeã do
campeonato. O Taquaritinga jogaria contra o Flamengo, na
cidade de Guarulhos. Para motivar os jogadores leoninos, a
diretoria fez sua parte e, junto com empresários e abnegados
leoninos, disponibilizaram cerca de 30 ônibus para os
torcedores leoninos para acompanhar o jogo decisivo na
cidade de Taubaté.
Porém a alegria durou
pouco. Na verdade durou só um campeonato; a Inter foi
rebaixada novamente em 2005, na gestão do então presidente
João da Silva Pereira Junior. Nesta época foi vivida umas
piores fases da história do Leão da Paulista, quando quase
que a equipe sequer entrou em campo nas últimas rodadas.
Ano novo, vida nova mas a
nova parceria com a Adamo's não decolou. A Inter não se
classificou no campeonato Paulista da A-2 em 2006.
No entra e sai de
parcerias para gerir o futebol profissional, o folclórico
técnico Michael Robin entra em cena, na A-2 de 2007: O time
terminou o campeonato a 3 pontos da zona de rebaixamento. |
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